Flip 09

Não tava muito a fim, mas até que deu vontade de aparecer na Flip deste ano, que trará Gay Talese e Richard Dawkins, além do Alex Ross, que parece ser um cara bem legal. (Além deles, gostaria de ouvir o Sérgio Rodrigues.)

O restante do tempo passaria lendo, andando pelas ruas totalmente surreais de Paraty e, claro, pegaria uma praia. Não sei como tem gente que consegue ficar o tempo todo vendo escritor falar. Baita negócio chato. :)

Hmm. Vamos ver.

(Ok, vou confessar uma coisa bem feia: eu assistiria ao show da Adriana Calcanhoto muito feliz.)

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Top 5 escritores que admiro

E/ou gostaria de escrever igual e/ou me influenciaram.

1. Gay Talese, pelos estupendos “A mulher do Próximo”, “Fama e Anonimato” e “O Reino e o Poder”
2. Paulo Francis, pela porra-louquice e textos apaixonantes
3. H. L. Mencken, pela fluência e leveza (ou acídia?) em tudo que escrevia (vale uma leitura do “Livro dos Insultos” – que, parece, será relançado em breve)
4. Machado de Assis, pela ironia e por ter me marcado bastante quando li “Memórias Póstumas”; é engraçado, mas vejos ecos de Machado em P. G. Wodehouse
5. Philip Roth – precisa explicar? Porque é craque: “O Complexto de Portnoy” é engraçadíssimo e “Pastoral Americana” é um baita livro
(e um extra: Malcolm Gladwell, que me surpreendeu demais com seus livros “Blink” e “O Ponto de Desequilíbrio” – estou preparando resenhas pra cada um)

Estou esquecendo alguém? Com certeza.

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Serrote

Li só uns trechos e dei uma olhada geral na “serrote”, revista/livro quadrimestral de ensaios lançada pelo Instituto Moreira Salles. Mas, pelo pouco que pude ver, é material da melhor qualidade. Fui direto pros textos do Mencken – deliciosos, extremamente bem escritos e atuais em sua forma e conteúdo -, escritos em 1925 sobre o “julgamento do macaco”.

Ainda há textos de gente muito boa, como Edmund Wilson, E.B. White, Tostão, aforismas de Franz Kafka etc.

Vale a leitura.

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