Yoani no Brasil

A blogueira Yoani Sánchez mal chegou ao Brasil e já foi atropelada por parte da esquerda-troglodita do Brasil – ao que consta, gente ligada ao PT, PC do B e União da Juventude Socialista.

No aeroporto, em Recife, em sua chegada, cartazes do naipe de “MERCENARIA ANTI-CUBA!”, “BLOGUEIRA MERCENÁRIA É FINANCIADA PELA CIA”, “PERSONALIDADE FALSIFICADA” e o magistral “Cuba sim, Ianques não” foram mostrados a ela e, é claro, às câmeras que estavam por ali.

Em algum momento, ela teve até o cabelo puxado e notas de dólares colocadas próximas ao rosto.

Um primor.

Em Feira de Santana (BA), onde o documentário “Conexão Cuba-Honduras” seria exibido, ela passou por mais momentos constrangedores: foi recebida por mais cartazes e muita gritaria.

Com gritos de “viva la revolución” (eternos risos), a projeção do filme (que fala justamente sobre falta de liberdade de expressão) teve de ser cancelada.

Olha, nem vale a pena discutir aqui o tema Cuba e se a Yoani é uma aproveitadora/vitimista ou não.

O que não dá pra engolir é esse ataque rasteiro e babaca dessa turminha que se diz muito de esquerda mas tolera ditadores assassinos. Que se diz a favor da “liberdade de expressão”, mas não deixa os outros sequer falar.

Essa cambadinha de vagabundos que não tem mais o que fazer – que quer empurrar goela-abaixo as suas verdades.

Essa galera que elabora “as 40 perguntas que Yoani Sánchez não irá responder”, com coisas do tipo “Quem organiza e financia sua turnê mundial?”, “Você também é correspondente do jornal espanhol El País. Qual é sua remuneração mensal?” e “Quais interesses se escondem atrás de sua pessoa?”.

Neguinho chega até a dizer que a tal blogueira faz parte e é financiada pelo PIG – Partido da Imprensa Golpista (termo criado, se não me engano, pelo trouxa do Paulo Henrique Amorim). É mole?

Risível, pra dizer o mínimo, o episódio todo.

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Hambúrguer: Hamburgueria Nacional x St. Louis Burger

Olha, vou confessar que tenho uma tara particular por hambúrguer. Estive recentemente em duas casas conceituadas em São Paulo, a Hamburgueria Nacional e o St. Louis e resolvi escrever sobre.

Vamos por partes?

Hamburgueria Nacional
A Hamburgueria Nacional me impressionou pelo lugar deveras aprazível e acolhedor. Me senti muito bem e totalmente à vontade. O lugar é espaçoso e tem mesas com sofás, estilo lanchonete americana (só os sofás, não o lugar).

Hamburgueria Nacional: entrada

Hamburgueria Nacional: entrada

Mas vamos ao que importa? Começamos por uma porção de onion rings e uma Erdinger pra acompanhar. Os anéis de cebola estavam apenas razoáveis, pro gasto. Nada demais.

Depois, o prato principal: o hambúrguer. Pra acompanhar, a espetacular Guinness – imediatamente SORVIDA (tive que pedir outra).

O sanduba da Hamburgueria Nacional e a Guinness

O sanduba da Hamburgueria Nacional e a Guinness

Antes, um parêntese. A Hamburgueria Nacional, como explica o seu cardápio, tem a salamandra, um sistema exclusivo onde o “calor vem de cima para baixo e a gordura do hambúrguer vai para a área fria do forno, em vez de voltar à carne como gordura saturada”.

Amigo, o hambúrguer dos caras é simplesmente sensacional. Vale muito a pena. O que comi foi o Super Burger (de 350 gramas), com uma crosta de pimenta-do-reino preta. E com um queijo cheddar por cima. Crocantinho por fora e bem macio por dentro – ao ponto, com aquele vermelhinho característico e altamente devastador.

Super Burger da Hamburgueria Nacional: crocante por fora e vermelhinho por dentro

Super Burger da Hamburgueria Nacional: crocante por fora e vermelhinho por dentro

Jun Sakamoto, sushiman do restaurante que leva seu nome, é o criador dos hambúrgueres de lá.

St. Louis Burger
O St. Louis impressionou pelo salão pequeno e pelas próximas extremamente próximas uma das outras. Demorou um tempinho para ficar totalmente à vontade no lugar, que também tem algumas mesinhas do lado de fora, na calçada.

St. Louis: salão pequeno, mesas próximas, porém agradável

St. Louis: salão pequeno, mesas próximas, porém agradável (crédito da foto: Guia do Lazanha)

Ao que importa? Sim. As onion rings estavam simplesmente fenomenais. No ponto certo, como devem ser. Uma Heineken acompanhou.

Comi o hambúrguer Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados na manteiga. No prato vem também um potinho de salada, muito refrescante e docinha. Ideal para abrir o apetite. Dei umas mordidas no Louis também, com queijo, relish de pepino, cebola em conserva, tomate e pimenta jalapeño. Ambos gostosos – o de pimenta um pouco enjoativo, devo confessar (não sou fã da jalapeño). Uma pena que o Champ estava com gosto pronunciado demais de “churrasqueira” e queimado. Ponto negativo. Atrapalhou um pouco.

St. Louis: o Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados

St. Louis: o Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados

O guri na capa do cardápio é o chef Luiz Cintra, responsável pela casa.

St. Louis: cardápio com Luiz Cintra, o proprietário, na capa

St. Louis: cardápio com Luiz Cintra, o proprietário, na capa

Confronto direto
No confronto direto, Hamburgueria Nacional levou o caneco. O hambúrguer estava perfeito. O St. Louis pecou no preparo.

Serviço
Hamburgueria Nacional – R. Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 822 – Itaim Bibi – (11) 3073-0428

St. Louis – R. Batataes, 242 – Jardins – (11) 3051-3435

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Previsões para 2010

As minhas malfadadas previsões para 2010.

Futebol: Brasil ou Espanha ganharão a próxima Copa do Mundo; no Brasileirão, vai dar Corinthians (que perderá a Libertadores) ou São Paulo (que ganhará a Libertadores).

Política.BR: José Serra será eleito presidente do Brasil, numa disputa muito acirrada (principalmente nos últimos momentos) com Dilma Rousseff. Lula, depois alguns poucos meses, dará pitacos em tudo no novo governo.

Cuba: Fidel morrerá e seu irmãozinho levará o país por mais um tempo. Tudo continuará na mesma, como sempre.

Venezuela: Chávez continuará no poder e vai continuar a fazer do país uma merda (agora com câmbio duplo). Uma hora o povo vai cansar e botar o maluco pra fora. Ou não: a repressão aumentará e a Venezuela será uma nova Cuba, com censura (mais forte), autoritarismo e muita corrupção.

China: O país ganhará mais força no mundo. O que pode ser bom, mas é extremamente ruim também (frase mais Cléber Machado impossível).

Brasil: Continuará crescendo e tendo destaque internacional. Mas só deslanchará se fizer as reformas tributária e trabalhista – que têm mais chance de acontecer se o próximo presidente for Serra.

Ah, é isso. Tô com preguiça de escrever mais.

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