Hambúrguer: Hamburgueria Nacional x St. Louis Burger

Olha, vou confessar que tenho uma tara particular por hambúrguer. Estive recentemente em duas casas conceituadas em São Paulo, a Hamburgueria Nacional e o St. Louis e resolvi escrever sobre.

Vamos por partes?

Hamburgueria Nacional
A Hamburgueria Nacional me impressionou pelo lugar deveras aprazível e acolhedor. Me senti muito bem e totalmente à vontade. O lugar é espaçoso e tem mesas com sofás, estilo lanchonete americana (só os sofás, não o lugar).

Hamburgueria Nacional: entrada

Hamburgueria Nacional: entrada

Mas vamos ao que importa? Começamos por uma porção de onion rings e uma Erdinger pra acompanhar. Os anéis de cebola estavam apenas razoáveis, pro gasto. Nada demais.

Depois, o prato principal: o hambúrguer. Pra acompanhar, a espetacular Guinness – imediatamente SORVIDA (tive que pedir outra).

O sanduba da Hamburgueria Nacional e a Guinness

O sanduba da Hamburgueria Nacional e a Guinness

Antes, um parêntese. A Hamburgueria Nacional, como explica o seu cardápio, tem a salamandra, um sistema exclusivo onde o “calor vem de cima para baixo e a gordura do hambúrguer vai para a área fria do forno, em vez de voltar à carne como gordura saturada”.

Amigo, o hambúrguer dos caras é simplesmente sensacional. Vale muito a pena. O que comi foi o Super Burger (de 350 gramas), com uma crosta de pimenta-do-reino preta. E com um queijo cheddar por cima. Crocantinho por fora e bem macio por dentro – ao ponto, com aquele vermelhinho característico e altamente devastador.

Super Burger da Hamburgueria Nacional: crocante por fora e vermelhinho por dentro

Super Burger da Hamburgueria Nacional: crocante por fora e vermelhinho por dentro

Jun Sakamoto, sushiman do restaurante que leva seu nome, é o criador dos hambúrgueres de lá.

St. Louis Burger
O St. Louis impressionou pelo salão pequeno e pelas próximas extremamente próximas uma das outras. Demorou um tempinho para ficar totalmente à vontade no lugar, que também tem algumas mesinhas do lado de fora, na calçada.

St. Louis: salão pequeno, mesas próximas, porém agradável

St. Louis: salão pequeno, mesas próximas, porém agradável (crédito da foto: Guia do Lazanha)

Ao que importa? Sim. As onion rings estavam simplesmente fenomenais. No ponto certo, como devem ser. Uma Heineken acompanhou.

Comi o hambúrguer Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados na manteiga. No prato vem também um potinho de salada, muito refrescante e docinha. Ideal para abrir o apetite. Dei umas mordidas no Louis também, com queijo, relish de pepino, cebola em conserva, tomate e pimenta jalapeño. Ambos gostosos – o de pimenta um pouco enjoativo, devo confessar (não sou fã da jalapeño). Uma pena que o Champ estava com gosto pronunciado demais de “churrasqueira” e queimado. Ponto negativo. Atrapalhou um pouco.

St. Louis: o Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados

St. Louis: o Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados

O guri na capa do cardápio é o chef Luiz Cintra, responsável pela casa.

St. Louis: cardápio com Luiz Cintra, o proprietário, na capa

St. Louis: cardápio com Luiz Cintra, o proprietário, na capa

Confronto direto
No confronto direto, Hamburgueria Nacional levou o caneco. O hambúrguer estava perfeito. O St. Louis pecou no preparo.

Serviço
Hamburgueria Nacional – R. Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 822 – Itaim Bibi – (11) 3073-0428

St. Louis – R. Batataes, 242 – Jardins – (11) 3051-3435

1 Comment

  1. Se a Hamburgueria Nacional deixasse as onin rings um tantinho assim mais douradas e crocantes, seria a perfeição. Mas próximo da perfeição já é um bom adjetivo.

    E quanto ao Sr. Louis, tirante as coisas boas, não me sinto confortável com toalhas de mesa confrontando com minha vestimenta.

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