Livros na palma da mão: Kindle e Kobo na praça

Se você estava pensando em adquirir um leitor digital de livros, chegou a hora. Amazon e Livraria Cultura colocaram no mercado excelentes opções

Se você adora livros e está pensando em adquirir um leitor digital, a hora é agora. Estão disponíveis no mercado ótimas opções destes dispositivos, a começar pelo mais famoso do mundo, o Kindle, da Amazon.

A loja brasileira da maior empresa de comércio eletrônico do mundo, que chegou ao Brasil há poucos meses, trouxe ao país a versão básica de seu famoso leitor de livros, o Kindle, por R$ 299.

Se você quer algo a mais, opte pelo novo modelo, o Kindle Paperwhite (“o leitor de ebooks mais avançado do mundo”, nas palavras da Amazon) – R$ 479 na versão com wifi e R$ 699 na versão com 3G grátis para baixar livros e wifi.

Kindle Paperwhite, da Amazon, acaba de chegar ao Brasil

O leitor mais recente da Amazon acaba de chegar ao Brasil

O Kindle Paperwhite tem tela de 6 polegadas sensível ao toque e até 8 semanas de duração de bateria. É perfeito para ler tanto sob o sol (na praia ou no clube, por exemplo) quanto em um local escuro, pois sua tela tem iluminação e reflete a luz como se fosse um papel comum. O aparelho armazena até mil livros.

A Amazon possui cerca de 16 mil títulos em português e cerca de 1,6 milhões (sim, milhões) de livros em inglês com preços em reais.

A Livraria Cultura lançou no Brasil dispositivos à altura do Kindle. Os eReaders Kobo têm tecnologia similar aos aparelhos da norte-americana, com iluminação (para leitura em ambientes escuros) e tela fosca, que dá a (quase) mesma sensação de ler um livro impresso.

A livraria brasileira lançou três versões: o Kobo Glo (tela de 6 polegadas), que custa R$ 399; o Kobo Mini, R$ 289; e o Kobo Touch, R$ 369. Todos possuem tela sensível ao toque e armazenam cerca de mil livros.

O Kobo Glo, vendido pela Livraria Cultura, é concorrente de peso ao Kindle

O Kobo Glo, vendido pela Livraria Cultura, é concorrente de peso

Qual comprar: Kindle ou Kobo?
É difícil dizer qual comprar, mas aí vão alguns argumentos. A Amazon tem uma variedade imensa de títulos em inglês e bom acervo em português (a Livraria Cultura diz ter um acervo de 12 mil livros).

Com o Kobo, é possível ler livros da Cultura e de outras lojas, como Saraiva e Google Play (a loja do Google) – basta que elas o vendam em formato ePub ou PDF.

Com o Kindle, você só vai poder ler os livros da Amazon e arquivos em PDF (mas isso não é necessariamente uma limitação). E aí, qual encarar?

O ponto positivo dos dois aparelhos é que tanto os livros comprados na Amazon quanto na Livraria Cultura podem também ser lidos em outros dispositivos, como computadores, smartphones e tablets (Apple e Android).

Tablet ou eReader?
É preciso dizer que os leitores de livros são apenas isso: leitores de livros. Têm telas monocromáticas, não navegam na internet, não dão acesso a redes sociais e nem é possível ler e-mails, por exemplo.

Se você procura por estes recursos, a dica é procurar um tablet como o iPad (Apple) ou os da linha Galaxy, da Samsumg.

A parte chata de ler livros em um tablet? A duração da bateria, a distração (redes sociais, e-mails, joguinhos…), o tamanho, o reflexo na tela, entre outros.

A Amazon promete lançar, ainda este ano, o seu tablet, o Kindle Fire. Com tela em alta definição, nele será possível fazer tudo o que se faz com os tablets tradicionais.

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Fuja dos investimentos tradicionais

Matéria que fiz para a “Revista do Sescon” (março/2013), sobre investimentos.

Clica ali no “Read more” para ler a matéria inteira.

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Está no azul e quer investir o seu dinheiro da melhor forma possível?
As aplicações tradicionais, como poupança e renda fixa, já não dão o retorno que davam; conheça alternativas para fazer o seu dinheiro crescer

Em primeiro lugar, parabéns! Você faz parte de uma minoria no Brasil que lida bem com o dinheiro, poupa e quer fazê-lo render através de bons investimentos.

Se você acompanha publicações do setor ou tem um interesse mínimo sobre investimentos, deve saber que as aplicações tradicionais como poupança ou renda fixa já não rendem o que renderam no passado. Se você pensa em investir no médio/longo prazo, está na hora de conhecer e novas e necessárias modalidades de investimento.

“O investidor deverá sair da zona de conforto para poder obter maior rentabilidade e vai precisar de um tempo maior para obter os mesmos retornos que estava acostumado na renda fixa em um cenário de juros altos”, diz Bruno Chizzotti Arrabal, sócio da Manhattan Investimentos, de Campinas.

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Wine e Have a Nice Beer

Lançada em 2008, a Wine é hoje a maior loja de vinhos da América Latina. Oferece mais de dois mil rótulos de vinhos das principais regiões do mundo. Se você gosta de tomar um bom vinho com esse frio que vem chegando e nunca sabe onde encontrar os melhores vinhos com bons preços, a Wine é uma excelente dica.

Maior loja de vinhos da América Latina

Maior loja de vinhos da América Latina

Se você mesmo de vinhos e quer conhecer novos, a dica é fazer parte do ClubeW. Quem é assinante do clube, recebe mensalmente uma caixa com 2, 4 ou 6 garrafas (depende do plano escolhido) de vinhos selecionados pelo sommelier da Wine. O assinante ainda tem desconto de 15% no site e recebe a revista da loja.

Agora, se você gosta mesmo é da boa e velha cerveja, tem de conhecer o Have a Nice Beer. A proposta do site é entregar, mensalmente, 4 garrafas de duas das melhores cervejas do mundo, além de uma revista.

A proposta é entregar, mensalmente, duas das melhores cervejas do mundo

A proposta é entregar, mensalmente, duas das melhores cervejas do mundo

O valor da assinatura varia conforme a seleção do mês, porém o valor médio é de R$ 65,90 (mais frete). Cervejas do mundo inteiro já passaram por lá: Bélgica, França, Turquia, República Tcheca, Estados Unidos, entre outros.

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Yoani no Brasil

A blogueira Yoani Sánchez mal chegou ao Brasil e já foi atropelada por parte da esquerda-troglodita do Brasil – ao que consta, gente ligada ao PT, PC do B e União da Juventude Socialista.

No aeroporto, em Recife, em sua chegada, cartazes do naipe de “MERCENARIA ANTI-CUBA!”, “BLOGUEIRA MERCENÁRIA É FINANCIADA PELA CIA”, “PERSONALIDADE FALSIFICADA” e o magistral “Cuba sim, Ianques não” foram mostrados a ela e, é claro, às câmeras que estavam por ali.

Em algum momento, ela teve até o cabelo puxado e notas de dólares colocadas próximas ao rosto.

Um primor.

Em Feira de Santana (BA), onde o documentário “Conexão Cuba-Honduras” seria exibido, ela passou por mais momentos constrangedores: foi recebida por mais cartazes e muita gritaria.

Com gritos de “viva la revolución” (eternos risos), a projeção do filme (que fala justamente sobre falta de liberdade de expressão) teve de ser cancelada.

Olha, nem vale a pena discutir aqui o tema Cuba e se a Yoani é uma aproveitadora/vitimista ou não.

O que não dá pra engolir é esse ataque rasteiro e babaca dessa turminha que se diz muito de esquerda mas tolera ditadores assassinos. Que se diz a favor da “liberdade de expressão”, mas não deixa os outros sequer falar.

Essa cambadinha de vagabundos que não tem mais o que fazer – que quer empurrar goela-abaixo as suas verdades.

Essa galera que elabora “as 40 perguntas que Yoani Sánchez não irá responder”, com coisas do tipo “Quem organiza e financia sua turnê mundial?”, “Você também é correspondente do jornal espanhol El País. Qual é sua remuneração mensal?” e “Quais interesses se escondem atrás de sua pessoa?”.

Neguinho chega até a dizer que a tal blogueira faz parte e é financiada pelo PIG – Partido da Imprensa Golpista (termo criado, se não me engano, pelo trouxa do Paulo Henrique Amorim). É mole?

Risível, pra dizer o mínimo, o episódio todo.

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Hambúrguer: Hamburgueria Nacional x St. Louis Burger

Olha, vou confessar que tenho uma tara particular por hambúrguer. Estive recentemente em duas casas conceituadas em São Paulo, a Hamburgueria Nacional e o St. Louis e resolvi escrever sobre.

Vamos por partes?

Hamburgueria Nacional
A Hamburgueria Nacional me impressionou pelo lugar deveras aprazível e acolhedor. Me senti muito bem e totalmente à vontade. O lugar é espaçoso e tem mesas com sofás, estilo lanchonete americana (só os sofás, não o lugar).

Hamburgueria Nacional: entrada

Hamburgueria Nacional: entrada

Mas vamos ao que importa? Começamos por uma porção de onion rings e uma Erdinger pra acompanhar. Os anéis de cebola estavam apenas razoáveis, pro gasto. Nada demais.

Depois, o prato principal: o hambúrguer. Pra acompanhar, a espetacular Guinness – imediatamente SORVIDA (tive que pedir outra).

O sanduba da Hamburgueria Nacional e a Guinness

O sanduba da Hamburgueria Nacional e a Guinness

Antes, um parêntese. A Hamburgueria Nacional, como explica o seu cardápio, tem a salamandra, um sistema exclusivo onde o “calor vem de cima para baixo e a gordura do hambúrguer vai para a área fria do forno, em vez de voltar à carne como gordura saturada”.

Amigo, o hambúrguer dos caras é simplesmente sensacional. Vale muito a pena. O que comi foi o Super Burger (de 350 gramas), com uma crosta de pimenta-do-reino preta. E com um queijo cheddar por cima. Crocantinho por fora e bem macio por dentro – ao ponto, com aquele vermelhinho característico e altamente devastador.

Super Burger da Hamburgueria Nacional: crocante por fora e vermelhinho por dentro

Super Burger da Hamburgueria Nacional: crocante por fora e vermelhinho por dentro

Jun Sakamoto, sushiman do restaurante que leva seu nome, é o criador dos hambúrgueres de lá.

St. Louis Burger
O St. Louis impressionou pelo salão pequeno e pelas próximas extremamente próximas uma das outras. Demorou um tempinho para ficar totalmente à vontade no lugar, que também tem algumas mesinhas do lado de fora, na calçada.

St. Louis: salão pequeno, mesas próximas, porém agradável

St. Louis: salão pequeno, mesas próximas, porém agradável (crédito da foto: Guia do Lazanha)

Ao que importa? Sim. As onion rings estavam simplesmente fenomenais. No ponto certo, como devem ser. Uma Heineken acompanhou.

Comi o hambúrguer Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados na manteiga. No prato vem também um potinho de salada, muito refrescante e docinha. Ideal para abrir o apetite. Dei umas mordidas no Louis também, com queijo, relish de pepino, cebola em conserva, tomate e pimenta jalapeño. Ambos gostosos – o de pimenta um pouco enjoativo, devo confessar (não sou fã da jalapeño). Uma pena que o Champ estava com gosto pronunciado demais de “churrasqueira” e queimado. Ponto negativo. Atrapalhou um pouco.

St. Louis: o Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados

St. Louis: o Champ, com queijo suíço e cogumelos refogados

O guri na capa do cardápio é o chef Luiz Cintra, responsável pela casa.

St. Louis: cardápio com Luiz Cintra, o proprietário, na capa

St. Louis: cardápio com Luiz Cintra, o proprietário, na capa

Confronto direto
No confronto direto, Hamburgueria Nacional levou o caneco. O hambúrguer estava perfeito. O St. Louis pecou no preparo.

Serviço
Hamburgueria Nacional – R. Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 822 – Itaim Bibi – (11) 3073-0428

St. Louis – R. Batataes, 242 – Jardins – (11) 3051-3435

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Previsões para 2010

As minhas malfadadas previsões para 2010.

Futebol: Brasil ou Espanha ganharão a próxima Copa do Mundo; no Brasileirão, vai dar Corinthians (que perderá a Libertadores) ou São Paulo (que ganhará a Libertadores).

Política.BR: José Serra será eleito presidente do Brasil, numa disputa muito acirrada (principalmente nos últimos momentos) com Dilma Rousseff. Lula, depois alguns poucos meses, dará pitacos em tudo no novo governo.

Cuba: Fidel morrerá e seu irmãozinho levará o país por mais um tempo. Tudo continuará na mesma, como sempre.

Venezuela: Chávez continuará no poder e vai continuar a fazer do país uma merda (agora com câmbio duplo). Uma hora o povo vai cansar e botar o maluco pra fora. Ou não: a repressão aumentará e a Venezuela será uma nova Cuba, com censura (mais forte), autoritarismo e muita corrupção.

China: O país ganhará mais força no mundo. O que pode ser bom, mas é extremamente ruim também (frase mais Cléber Machado impossível).

Brasil: Continuará crescendo e tendo destaque internacional. Mas só deslanchará se fizer as reformas tributária e trabalhista – que têm mais chance de acontecer se o próximo presidente for Serra.

Ah, é isso. Tô com preguiça de escrever mais.

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Blogs corporativos no blog da Happy Hour

Onde escrevo sobre blogs corporativos (ou blogs empresariais?), no blog da Happy Hour Comunicação. Leiam!

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Mudaram de opinião?

Engraçado como uma parte da esquerda mudou de opinião de uma forma bizarra depois da eleição do Lula.

Li muito sobre a escolha do Rio como sede das Olimpíadas. Uma opinião frequente nos blogs da esquerda foi: “Torcem contra o Brasil”. Se for assim, o que diabo esse povo tava fazendo entre 1994 e 2002? Torcendo contra o Brasil, é óbvio. Eram contra “tudo que estava lá”, né? Achavam isso o maior barato. (Só esqueceram que Lula seguiu a cartilha “neoliberal” que os bacanas tanto gostavam de criticar.)

Também acho um barato ser do contra, ser crítico, não apoiar ufanismos idiotas de presidentes. Mas essa gente passou do limite. Se você fala que não era a favor das Olimpíadas no Brasil, você não só torce contra o Brasil e é agourento, mas você odeia o Brasil. Viva.

E esse povo acha que Lula ganhou sozinho a parada. Só esquecem que essa foi a quarta tentativa de o Brasil ser sede das Olimpíadas – uma hora ia acontecer. Claro que o presidente teve papel importante nisso, mas também não vamos exagerar.

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A mesma coisa de novo?

Nos oito anos de governo FHC, era comum a crítica do então presidente de que “torciam contra o Brasil”, referindo-se, é claro, ao PT.

Agora é a vez de Lula: “Isso é para quem torce contra o Brasil”.

Ah, sim, seguindo essa idéia, Lula e o PT eram os mais anti-Brasil. Foram contra tudo que o governo queria fazer, até o Plano Real (“uma ficção”). Em uma entrevista recente, um partidário do PT chegou a dizer que os petistas eram induzidos a votar contra tudo, mesmo que o projeto fosse bom. É isso aí.

Quando esse povo vai entender que oposição existe para se opor e isso deveria ser encarado como algo comum e até saudável para a democracia?

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Um parto

Há momentos em que escrever neste blog torna-se totalmente irrelevante e sem sentido pra mim. É uma preguiça misturada com uma sensação de que não escreverei nada de útil a ninguém.

No Twitter fica um pouco mais fácil.

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